Prazo, organização e orientação contábil evitam multas e prejuízos financeiros
O período de entrega do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 já está em andamento e segue até o dia 29 de maio, mobilizando milhões de brasileiros e exigindo atenção redobrada tanto de pessoas físicas quanto de empresários. A expectativa da Receita Federal é receber cerca de 44 milhões de declarações neste ano, o que reforça a importância de organização e planejamento para evitar erros e penalidades. Mais do que uma obrigação fiscal, o IRPF se tornou um instrumento estratégico para comprovação de renda, acesso a crédito e regularidade financeira. No entanto, a falta de orientação adequada ainda leva muitos contribuintes a cometerem erros simples, como omissão de rendimentos, inconsistência em despesas médicas ou falhas no preenchimento de dados, fatores que frequentemente resultam na chamada “malha fina”.
Para o contador Danilo Fermino, da Flow Contabilidade, o maior erro ainda é deixar tudo para a última hora. “O Imposto de Renda não começa no prazo de entrega, ele começa na organização ao longo do ano. Quem deixa para resolver isso perto do fim corre muito mais risco de erro, de pagar mais imposto do que deveria ou até de cair na malha fina”, afirma. Entre as principais orientações, ele destaca a importância de reunir com antecedência documentos como informes de rendimentos, comprovantes de despesas médicas e educacionais, dados bancários e documentação de bens. Essa organização prévia reduz inconsistências, já que a Receita Federal cruza automaticamente as informações com bancos, empresas e outras instituições.
Outro ponto crítico é entender quem está obrigado a declarar. Em 2026, devem prestar contas contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano anterior, além de quem possui bens acima de R$ 800 mil, realizou operações em bolsa ou teve ganhos de capital, entre outros critérios.
No caso das empresas, embora o IRPF seja voltado à pessoa física, há impacto direto na vida do empresário. Pró-labore, distribuição de lucros, investimentos e patrimônio pessoal precisam estar corretamente declarados, o que exige alinhamento entre contabilidade empresarial e pessoal. “O empresário que não integra essas informações corre risco de inconsistência e exposição fiscal desnecessária”, alerta Danilo.
A penalidade para quem perde o prazo pode pesar no bolso. A multa por atraso é de 1% ao mês sobre o imposto devido, podendo chegar a 20%, com valor mínimo de R$ 165,74. Além disso, o CPF pode ficar irregular, impedindo financiamentos, participação em concursos e até a emissão de passaporte. Diante desse cenário, a atuação do contador deixa de ser operacional e passa a ser estratégica. “Não é só preencher uma declaração. É analisar cenário, orientar decisões e garantir que o cliente pague o justo, nem mais nem menos. Um bom planejamento evita prejuízos e pode até gerar economia”, destaca. A recomendação final é clara: antecipação e acompanhamento profissional são decisivos para transformar o Imposto de Renda de uma dor de cabeça em uma ferramenta de controle e crescimento financeiro. Quanto antes o contribuinte organiza seus dados e busca orientação, maiores são as chances de segurança, agilidade e até restituição mais rápida.
Serviço: Flow Contabilidade
Danilo Fermino
Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99727-8762
@danilofermino
danilo@orconsil.com.br
www.flowcontabilidadedigital.com.br
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